sexta-feira, 1 de maio de 2009

Hyde Park

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Um dos meus lugares preferidos em Londres é o Hyde Park. O lugar é imenso e você pode passar o dia todo lá. Lendo, conversando, jogando futebol, rúgbi, andando de bicicleta o que você imaginar, ao ar livre, você pode fazer. Você pode escolher ficar onde tem um monte de gente ou se isolar na companhia apenas da sombra de uma moita.

O Hyde Park tem mais de 4 mil árvores e muito verde em 142 hectares situados no centro da cidade, bem perto do palácio de Buckingham. Parafraseando o site oficial do parque: “...é fácil esquecer que você está no centro de Londres”. É realmente um dos lugares que deve estar na sua lista de prioridades ao visitar a Inglaterra.

O parque reflete um pouco as características da sociedade. Gente em todo lugar, fazendo diferentes coisas. Perto ou não. Mas ‘ninguém ta nem aí pra ninguém’. Uma pessoa está correndo, outra lendo uma revista, um grupo toca violão e outro faz um pic-nic. E nenhum deles está interessado no que o outro está fazendo.

Mais fotos no orkut.

Site oficial do Hyde Park

Mais sobre o Hyde Park

sábado, 18 de abril de 2009

Dedo podre

dedoa

Unha inflamada mata menina

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Não é que é verdade ?!?!

Tá bom. Já entendi. Vou no Dr. Scholl quando voltar.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

A alma do negócio

- Pai, de onde eu vim?

- Que legal, pai! Porque Jimmy Jonhson veio apenas da Escócia.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

The phantom of the opera

phantom_of_the_opera

Não poderia voltar para o Brasil sem dizer que eu assisti um musical em Londres. Então eu fui ver o mais famoso: O Fantasma da Ópera. Confesso que fiquei surpreso. Não achei que fosse gostar tanto. Os cenários, efeitos, interpretações, coreografias, a música executada pela orquestra e os figurinos. Tudo milimetricamente bem produzido. Desde o início do espetáculo (que começou, exatamente, às 19h30) até o final, 2 horas e meia depois.

O musical pode ser visto em diversas cidades do mundo como Nova York, Osaka e Las Vegas. Mas o mais famoso é o de Londres, onde o espetáculo está em cartaz desde outubro de 1986, quando tinha Michael Crawford e Sarah Brightman no papel principal. (Se você se esforçar um pouco talvez lembre dela. Ela chegou a fazer algum sucesso como cantora durante os anos 90). E a peça é sucesso até hoje.

O teatro

her majesty's theatre

Em Londres ‘O Fantasma’ é apresentado no Her Majesty’s Theatre. O prédio foi construído pela primeira vez em 1705. Passou por várias reformas, foi destruído por um incêndio em 1789 e reconstruído em 1791. Em dezembro de 1867 pegou fogo de novo. E como os ingleses, quando o assunto é reerguer teatros, também não desistem nunca, o reconstruíram em 1869 e demoliram de novo em 1892.

Em 1897 foi construído novamente e, até que enfim, está lá até hoje. Mas entre tantas demolições, incêndios e reformas o teatro foi palco de apresentações de músicos como Wolfgang Amadeus Mozart. No período pós-guerra, o Her Majesty’s Theatre se aprofundou em apresentações de musicais.

A história

phantom

A história se passa no século início do século 18, na cidade de São Miguel do Aleixo. Uma jovem atriz (Talita) está encenando uma peça no Aleixo Ópera House, onde coisas estranhas acontecem subitamente e muitos acreditam que um fantasma assombra o lugar.

Certo dia após um espetáculo, Talita está no camarim e uma voz vinda de trás do espelho fala com ela. Era o Fantasma (Helo), que a convidou para conhecer uma parte desconhecida do teatro. Talita, mesmo assustada, foi.

O Fantasma explicou o que tinha acontecido com seu rosto. Testes nucleares fizeram com que seu nariz ficasse tão grande. E por isso usa uma máscara, pois tem vergonha da sua ‘venta’ gigantesca. Mas o Fantasma não a convidou por acaso, ele se declarou e disse que os destinos deles foram traçados na maternidade.

Talita fica em dúvida. Está envolvida com o Fantasma, mas ela já tem noivo (Zé Maria). A partir daí os dois disputam o amor da jovem atriz. Mas no final Talita decide ficar com Zé Maria e vai embora para Portugal com seu amado. E do Fantasma ninguém nunca mais ouviu falar.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Lula lá

lula

O jornal inglês The Guardian publicou no último sábado, dia 28 de março, um artigo escrito pelo presidente do Brasil, Sir Luís Inácio Lula da Silva. No texto, Lula afirmou que nenhum outro país no mundo está se empenhando tanto para minimizar o problema do aquecimento global quanto o Brasil. Citou alguns investimentos no setor, preservação da floresta amazônica, disse que o país está na linha de frente na guerra contra a poluição e a favor do desenvolvimento sustentável e de fontes de energia renováveis, como o Biodiesel.

Leia o texto:

Green aims in the Amazon

Brazil is showing how developing countries can complement the rich in tackling climate change

*Article written by President of Brazil Luiz Inácio Lula da Silva, published in The Guardian on 28th March 2009.

 

No country has a larger stake in reversing the impact of global warming than Brazil. That is why it is at the forefront of efforts to come up with solutions that preserve our common future, without jeopardising the livelihood of millions of impoverished people who live off the land.

Brazil has policies aimed at conserving the Amazon forest and its priceless natural heritage. But the forest is also home to a culturally diverse population of 25 million, including some 170 indigenous peoples, along with hundreds of communities of rubber tappers, hunters and gatherers, and riverbank dwellers.

Preservationist approaches alone are ineffective in tackling deforestation, a factor causing global warming. We need to find enduring solutions. This is why we are investing in sustainable management of the forest that will provide a decent living for its inhabitants.

Just as no country can solve climate change alone, harnessing the wealth of a forest spread over eight countries requires international co-operation. For that reason, in 2008 Brazil launched the Amazon Fund. Over $20bn will be raised to finance conservation and sustainable development. These resources will be used to curb illegal logging, but also to develop alternative livelihoods. Norway has already pledged $1.1bn over 10 years for the fund. We hope others will follow.

The fight against deforestation is a central plank of our Action Plan Against Climate Change. It outlines clear targets for reducing illegal deforestation in the Amazon - a 72% cut by 2018. Brazil will thus prevent the emission of 4.8bn tonnes of carbon dioxide. The plan calls for increasing reforestation from the present 5.5m hectares to 11m in 2020. Brazil's contribution also includes encouraging new clean energy sources, such as solar and wind.

Yet despite the long-term promise of solar and wind power, climate change requires urgent measures to avoid the doomsday scenarios described by the Intergovernmental Panel on Climate Change. This means drastically curbing our addiction to fossil fuels, which in the form of coal and oil burning account for 80% of greenhouse emissions. Brazil has been a trailblazer. It generates 46% of its energy from clean, renewable sources such as hydroelectricity and biomass - as against a global average of 13%.

Biofuels in particular play a central role in the global energy revolution we foresee. They are cleaner than petroleum-derived alternatives - over the last 30 years Brazil has avoided 644m tonnes of CO2 emissions by using sugarcane ethanol. Biofuels can foster economic and social development by generating secure jobs, as well as export earnings. We have shown that biofuels are compatible with growing food production and enhanced environmental protection. In Brazil, most sugarcane is grown 2,000km from the Amazon.

Brazil's experience shows how developing countries can contribute to combating climate change globally. The incentive to act is clear, given that poorer countries already stand to suffer more harshly from the climatic disruptions largely caused by unsustainable patterns of production and consumption in richer countries. Yet this must not serve as a further excuse for rich industrialised countries to shirk their core responsibilities. It would add insult to injury if developing countries were expected to pay for the cost of reversing these dangerous trends.

As governments prepare for discussions in Copenhagen next December about how to cut global emissions, all countries must abide by the commitments of the Kyoto protocol. This means developed and developing countries have common - but differentiated - responsibilities on environmental protection. Brazil is showing the way ahead.

 

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Tudo bem que o Brasil esteja investindo milhões na preservação das nossas florestas. Acredito que o biodiesel é uma idéia realmente boa. E tudo isso que foi citado, de fato, coloca o Brasil na dianteira da luta pela salvação do planeta.

Mas que foi o próprio Lula que escreveu esse artigo. Disso eu duvido. Dou meu dedo mindinho se foi ele mesmo que fez tudo isso aí.

sábado, 14 de março de 2009

With or without you

u2

Há uns dias o U2 fez um show em Londres para divulgar o novo álbum de estúdio No Line On The Horizon. Foi no terraço do prédio da rádio da BBC no centro da cidade. (Esse mesmo edifício foi cenário para uma apresentação histórica dos Beatles em janeiro de 1969.) O show era para ser surpresa, mas a informação vazou na internet alguns dias antes, mesmo assim não havia nenhuma confirmação, até então era tudo boato. E por isso pegou todo mundo de surpresa bem na hora do rush.

Foi uma apresentação curta, mas os irlandeses liderados por Bono tocaram as principais músicas do novo álbum e alguns antigos sucessos como Vertigo e Beautiful Day. Mas em se tratando de U2 e ainda de graça, dá para contar e fazer inveja nos amigos.

O único lado ruim disso tudo é que eu não fui. Só fiquei sabendo um dia depois. Quem sabe na próxima.

sábado, 28 de fevereiro de 2009